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Confira essas três belíssimas pinturas brasileiras

Que o Brasil é um país incrível, com paisagens exuberantes, multiétnico, formado por muitos povos e culturas diferentes você já sabe, não é?

Mas o que eu queria contar hoje é que toda essa mistura é muito importante em termos artísticos e há muitas ligações entre os cenários do nosso belíssimo país com obras de famosos artistas brasileiros

O Brasil é marcado por artistas brilhantes e quadros que fizeram, e ainda fazem,  sucesso ao redor do mundo. Conheça algumas dessas obras:

  • Tropical, de Anita Malfatti (1917):
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    Anita Malfatti foi uma pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora ítalo-brasileira. Ela era portadora de deficiência motora e é considerada pioneira da Arte Moderna no Brasil.

    • Carnaval de Subúrbio, de Di Cavalcanti (1962)
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      Di Cavalcanti foi um grande pintor brasileiro, com influência cubista e surrealista, e prezava muito pela representação de temas populares, como o carnaval, o samba, as favelas e a classe operária. 

      O mamoeiro, de Tarsila do Amaral (1925)
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      Tarsila do Amaral é considerada internacionamente como uma das principais artistas modernistas da América Latina, reconhecida como “a pintora brasileira que melhor atingiu as aspirações brasileiras de expressão nacionalista em um estilo moderno”.Tanto Tarsila, quanto Anita Mafaltti fazem parte do denominado Grupo dos Cinco, que são os artistas brasileiros com maior influência no movimento de arte moderna no Brasil. Os outros três são: Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

      É essa mistura que reforça a singularidade de muitos brasis dentro de um só e faz a nossa cultura ser tão rica em cores e em detalhes.

      Já pensou em se tornar um artista mundialmente famoso? Ahhh, muleke! Isso não é impossível não, sabia? 

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As versões de O Grito, de Edvard Munch

Olá, gente! Professor Costerus aqui!

Hoje eu vim aqui contar uma curiosidade para vocês. O quadro O Grito, de Edvard Munch, famosa obra em que o artista transmite sentimentos de medo, solidão, ansiedade e angústia, na verdade, possui 4 versões.  

Essa obra foi exposta pela primeira vez em 1903 e fazia parte de um conjunto de seis peças intituladas Amor. A ideia do artista era representar as várias fases de um caso amoroso, desde o fascínio inicial até a ruptura traumática, a qual era representado pelo O Grito.

No entanto, a recepção pela crítica não foi boa e o conjunto foi classificado como arte demente. Mas a reação do público foi antagônica e tornou-se motivo de sensação.

A versão mais conhecida da obra, mede 91 x 73,5, pintada em 1893, com tinta a óleo, têmpera e giz pastel sobre cartão e atualmente se encontra na Galeria Nacional de Oslo, na Noruega.

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Outra versão dessa obra, também datada de 1893, é menos detalhada e desenhada com lápis de cor e também está localizada na Galeria Nacional de Oslo. É possível ver alguns detalhes que o artista alterou, como a ausência de barcos e a mudança na postura da pessoa ao fundo, que aqui encontra-se de lado, olhando a paisagem.

 

Em 1895 o artista fez uma versão em pastel sobre cartão e também há diversas alterações na imagem, como por exemplo, um homem está apoiado na ponte, como se estivesse lamentando, e o outro está analisando a paisagem. Há apenas um barco nessa imagem.  Essa obra pertencia a uma coleção particular e em 2012 tornou-se a obra mais cara arrematada em um leilão, vendida por US$ 119,9 milhões.

 

A versão de 1910 foi feita em têmpera sobre cartão e também estava na Galeria Nacional de Oslo. No entanto, ela foi roubada em 2004 e recuperada, em 2006, com danos irreparáveis, segundo os especialistas.

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Recentemente essa obra teve mais um segredo revelado. Isso porque alguns pesquisadores do Museu Nacional da Noruega descobriram que o próprio Edvard Munch deixou uma mensagem no canto superior da tela, com lápis e letras pequenas, que diz: Só pode ter sido pintado por um louco. 

Por muito tempo essa mensagem foi alvo de investigação, pois era vista como um ato de vandalismo pelos apreciadores de arte, mas chegaram a essa conclusão após uma perícia usando tecnologia infravermelha que comparou com notas e cartas de Munch

Acredita-se que a inscrição tenha sido adicionada pelo artista após os comentários críticos na época que questionavam a saúde mental do autor

Gostou da curiosidade?

Acompanhe os vídeos no meu canal do Youtube (Marco Costerus)! 

 

 

 

 

 

Como remover a tinta em óleo de superfícies?

Na arte da pintura em tela, temos uma certeza: sujar as mãos com o que mais gostamos de fazer. É natural que a tinta manche nossos dedos e até mesmo o espaço que utilizamos para desenvolver nossos quadros.

Mas Professor Costerus, meus móveis e objetos ficarão manchados? Não se vocês seguirem essas dicas simples que preparei nesse artigo. Afinal, nada melhor do que abusar da criatividade sem se preocupar com deixar manchas permanentes em móveis.

O primeiro passo é arrumar o seu local de trabalho, deixando as tintas e pincéis próximos do cavalete para pintura. Utilize também uma roupa leve, de preferência com um avental para evitar manchas e deixá-lo mais confortável no desenvolvimento de sua atividade.

Como já foi abordado aqui no blog, a tinta em óleo possui uma secagem mais lenta, ideal para que os artistas tenham tempo de realizarem correções em suas obras.

Ao derrubar a tinta num objeto ou móvel plástico, basta ter um pouco de óleo de linhaça. O óleo agirá como solvente e removerá a tinta de superfícies plásticas.

Pegue um pano e o umedeça com o óleo de linhaça, após remover o excesso da tinta com uma espátula, utilize o pano umedecido para retirar a mancha e pronto seus objetos estarão com o mesmo aspecto de antes. Demais né muleque?

Para remover a tinta das mãos, não é necessário gastar dinheiro para comprar um produto específico. Pode ser utilizado produtos que você já tem em casa a base de óleo, como: azeite, óleo de coco ou óleo essencial de limão siciliano.

Esfregue bem as mãos, tendo atenção nas áreas manchadas até que a tinta se dissolva, acrescente mais óleo se necessário. Logo após, lave bem as mãos com água e sabão e repita o processo, caso ainda tenha vestígios de tinta.

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Marco Costerus destaca suas obras mais importantes

Oi pessoal! Tudo bom com vocês? 

Orgulhar – se de suas obras é um passo importante para se enxergar como artista. Ao longo da minha carreira passei por diversos desafios e pintei muitas coisas das quais tenho orgulho até hoje e gostaria muito de mostrar pra vocês algumas obras que significam muito pra mim.

Uma tela especial que eu fiz de encomenda para o quartel general de Brasília feita em 1999. É uma tela grande e está no acervo da Sala de Promoções de oficiais. Foi encomendada para fazer parte do acervo. Realizar essa obra me marcou muito e é uma das obras mais importantes para mim. A tela representa um oficial sendo condecorado após a guerra do Brasil e Paraguai é uma cena muito bacana e representa muito para o país. 

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Essa obra é uma marinha que eu pintei numa tela texturizada. É um tema que eu pintei na época em que visitei Valparaíso do Chile e participei de uma exposição em nível nacional no ministério da Marinha, vencendo o terceiro lugar com essa obra. Uma tela que particularmente eu gosto muito em que pintei dois tons praticamente, sendo eles tons de cinza com um leve toque de tom pastel.  É uma pintura de um riacho outonal com uma cachoeira muito bonita. Bem grande e representa muito porque fiz pensando numa foto que vi certa vez de umas imagens do Canadá. Foi pintada a óleo, espátula e foi realizada em 2016. Essa é uma tela que eu gosto muito até fiquei com ela na minha casa

Eu pintei umas ovelhas com o pastor em óleo sobre tela espatulado. É uma tela que eu sempre gostei muito. Eu tinha um amigo Dr Valbert que gostou bastante dessa obra, acabou que eu vendi para ele. Foi pintada em 2013 e é uma tela muito especial para mim.

Essa obra representa Dom Quixote e Sancho Pança com o moinho ao fundo. É uma tela que gosto bastante pois tem um fundo no tom sépia com sombra queimada pois eu queria dar o efeito da luz com tons pastéis. Foi pintada a óleo com espátula

A tela intitulada Barcos foi pintada em 2015 em óleo sobre tela, foi exposta no salão Riachuelo no Congresso Nacional. É uma obra que eu gosto muito porque são poucos tons e carrega meu sentimento e minha alma. O artista coloca na obra, não só o que se vê, pois quando pinta com a alma passa um pouco do sentimento na tela.

Mais um quadro de uma marinha com barcos na baía de Valparaíso do Chile que pintei em 2004. Foi usado pincel e espátula. Essa obra representa os barcos chegando e outros saindo da Baía. Marco_Costerus_destaca_Suas_principais_obras_8

Pescadores puxando a rede com peixes de dentro do mar pela areia. Essa é uma outra tela que gosto muito quase em tom sobre tom para dar a sensação de anoitecer, com um pouco de raio de luz, entrando. Foi criada numa tela texturizada e foi pintada em 2014. Foi vendida para um aluno meu. É uma honra ter feito esse quadro

Toda feita no pincel e na espátula e óleo sobre tela, representa uma onda muito grande do Hawaii com um surfista fazendo um tubo. Esse quadro pra mim é muito especial pois pintei ela com meu neto Davi que na época tinha treze anos. Sempre gostei muito de mar e de ondas eu até surfo um pouco, não sou nenhum surfista não, mas gosto de pegar umas ondas porque eu gosto muito de observar os tons do mar, acho maravilhoso. Foi pintada em 2017

Ah muleque!

E você gostou das minhas obras? Espero que tenha gostado!

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Como Preparar as Telas para Pintar

Hoje vou mostrar como preparar as telas para pintar e como soltar a tela dos chassis para enviar pelos correios e cobrir novamente com um novo tecido.

Isso será muito bom para você que vendeu o quadro e precisa enviar ou simplesmente quer guardar seu quadro e não tem muito espaço.

O Chassis podem ser usados para uma nova tela. Confira:

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Abraços!